agents-lab

Local-first lab for reusable AI-agent primitives and the curated pi-stack.

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Migração de GitHub Copilot para Pi

Contexto

Hoje o laboratório ainda opera com GitHub Copilot. O objetivo deste guia é preparar uma transição controlada para Pi, sem trocar ferramenta cedo demais e sem perder produtividade durante o processo.

Estado Atual

Estratégia

Migrar em quatro passos:

  1. instalar e configurar Pi
  2. montar stack mínima viável
  3. usar em paralelo com Copilot
  4. consolidar o handoff quando o atrito cair

Passo 1 — Instalar Pi

Pi é multiplataforma. No Windows, requer bash — Git for Windows é suficiente. Ver guia de compatibilidade de plataforma para detalhes.

npm install -g @earendil-works/pi-coding-agent

Verificar instalação:

pi --version

Passo 2 — Configurar provider

Você pode começar com qualquer provider disponível na sua assinatura/conta.

Exemplos:

# API key (Anthropic)
$env:ANTHROPIC_API_KEY = "sua-chave-aqui"

# API key (OpenAI Platform)
$env:OPENAI_API_KEY = "sua-chave-aqui"

Para providers por assinatura OAuth (Copilot/Codex), use /login dentro do pi.

Depois de definir defaultProvider, alinhe os classifiers dos monitors (via piStack.monitorProviderPatch):

/monitor-provider status
/monitor-provider apply
/reload

Persistência pode ser configurada depois conforme o provider escolhido.

Passo 3 — Instalar a stack mínima

npx @ifi/oh-pi
pi install npm:pi-lens
pi install npm:@davidorex/pi-project-workflows
pi install npm:pi-web-access

Passo 4 — Rodar em paralelo com Copilot

Mapeamento inicial sugerido:

Workflow atual Pi equivalente inicial
Planejamento /spec, @ifi/pi-plan, pi-project-workflows
Coding core Pi + oh-pi + pi-lens
Code review /review, pacotes especializados e pi-lens
Pesquisa pi-web-access e skills de web/context
Debugging debug-helper, retros e avaliação
Multi-agente comparar ant-colony, subagentes e orquestradores

Uso recomendado no começo:

Eixo GitHub: provider não substitui operações GitHub

Um aprendizado importante da validação prática é que usar github-copilot como provider de inferência no Pi não substitui a camada operacional do GitHub.

Para convergir ao Pi como driver em uso diário, o caminho mais pragmático hoje é:

  1. Pi para raciocínio, leitura, edição e tool calling
  2. gh CLI para operações de GitHub como issues, pull requests, comentários e checks

Em outras palavras:

Essa separação é importante para não esperar do ecossistema Pi uma integração nativa que ainda não foi validada neste laboratório.

Princípio de isolamento de autenticação

Ao introduzir utilitários externos autenticados, como gh, o laboratório deve assumir por padrão que:

Isso vale mesmo quando ambas apontam para o mesmo ecossistema, como GitHub.

Cenários em que a separação importa:

  1. quando o operador quer usar uma conta GitHub diferente da conta ligada ao provider
  2. quando as permissões para operação precisam ser menores ou mais específicas que as da sessão principal
  3. quando a extensão futura precisa evitar uso acidental de uma credencial herdada

Diretriz atual do laboratório:

Critério de Avanço

Podemos considerar a migração madura quando:

  1. a stack mínima já estiver estável
  2. os workflows principais estiverem mapeados
  3. a categoria multi-agente tiver uma escolha mais clara
  4. houver confiança suficiente para começar a desenhar extensões próprias

O Que Não Fazer

Próximo passo após este guia

Depois de instalar Pi, o ideal é criar uma primeira rodada curta de validação prática:

  1. abrir uma sessão simples
  2. testar planning
  3. testar pesquisa web
  4. testar revisão de código
  5. registrar atritos percebidos

Nota da primeira validação prática

A primeira validação real confirmou que o Pi pode responder normalmente com provider autenticado, mas também revelou um comportamento importante do ecossistema:

Resumo do aprendizado:

Ver experimento: 202604-pi-first-validation